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É mais fácil imaginar um futuro com pessoas morando em Marte do que um futuro com equidade e sem preconceito de gênero
Em 1969, a humanidade pisou na Lua. Em 2024, foguetes privados decolam com turistas espaciais. Veículos autônomos, que pareciam uma realidade distante, já são comuns em alguns lugares do mundo. A ficção científica imaginou tudo isso décadas antes de acontecer e o futuro, de certa forma, seguiu o roteiro. Mas quando se trata de relações de gênero, esse roteiro parece ter travado. É curioso, e ao mesmo tempo trágico, notar como a nossa capacidade de engenharia tecnológica super
Vivian Vianna
23 de mar.11 min de leitura
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